segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Santidade
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
O papel da igreja diante do institucionalismo
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Agradecimento...
Gostaria de agradecer o apoio, carinho e cuidado dedicados a mim durante esses dois anos de curso no CEM (Centro Evangélico de Missões). Obrigada por estar comigo e por investir em meu ministério!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Refletindo...

As fraquezas revelam a minha vulnerabilidade e quem eu realmente sou: humana, cheia de falhas e erros, dependente tão somente da graça e da misericórdia de Deus. Agora entendo realmente que "quando sou fraca é que sou forte". Sou fraca porque eu me deparo com a minha impotência e insignificância, e forte porque quando me esvazio de mim, o Senhor me enche com teu Espírito... passo a ser totalmente dependente dEle...
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Devocional
Perseverando em meio à tribulação
“(...) tu a quem tomei das extremidades da terra, e chamei dos seus cantos mais remotos, e a quem disse: Tu és o meu servo, eu te escolhi e não te rejeitei; não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel”. Is 41.9-10
O povo de Israel estava desanimado e sem esperança. Foram levados cativos à Babilônia e sentiam-se, por isso, vítimas do juízo de Deus. Esqueceram-se do que o Senhor já havia feito em suas vidas, e do quanto Ele os amava.
É nesse contexto que o profeta Isaías é levantado por Deus a fim de animar o povo e levar uma mensagem de esperança e restauração. Isaías os desafiou a confiar em Deus e a perseverarem em meio à tribulação. O profeta faz isso lembrando o povo das promessas que Deus havia feito a Abraão (cf. Is 51.1 – 52.12). E ainda relembra os gestos de fidelidade de Deus para com seu povo ao longo da história (cf. Is 41.9-10). O Senhor resgataria seus filhos do cativeiro e se vingaria de seus opressores.
Assim como o povo de Israel, somos tendenciosos a achar que, em meio às adversidades, Deus se esqueceu de nós, e nos abandonou. No entanto, quando passamos por tribulações, não podemos deixar de confiar naquele que nos ama, nos fortalece, nos ajuda e nos sustenta. Pare de transformar a provação em castigo de Deus! Muitas vezes ela é didática e serve para provar a nossa fé.
Não podemos, portanto, nos deixar abater diante das adversidades. Precisamos permanecer firmes! Lembre-se que, a melhor forma de mantermos a esperança, é recordarmos aquilo que Deus já fez em nossa vida e o que Ele ainda fará. Descanse em Deus! Ele é fiel, e cumpre todas as Suas promessas. Os planos de Deus não podem ser frustrados. Ele tem tudo sob controle.
terça-feira, 23 de março de 2010
Por esta cruz te matarei
Bruce, ou Bruchko (nome dado pela tribo Motilone), deixou tudo o que tinha para servir integralmente a este povo. Ele tinha convicção de sua vocação e do seu chamado. E, foi exatamente essa convicção, que o fez forte diante de tantas adversidades: doenças, fome, morte de sua noiva e a morte de seu melhor amigo Bobby.
Bruce, apesar de ter sido rejeitado pela Junta de Missões, por seus pais, amigos, “irmãos” e igreja, não desistiu. Ele estava tão convicto da Obra que Deus queria realizar através de sua vida que foi para uma terra distante a fim de falar de Jesus, o Salvador, e mostrá-lO conhecido aos Motilones. Bruce, literalmente, deixou pai e mãe para seguir Jesus. Abriu mão da sua faculdade e da sua herança, para entrar na faculdade de Jesus, sujeito a dinâmica de Deus e ter a herança do Pai.
Bruchko não só ensinou acerca de Jesus, mas também viveu o que pregava. E isso, fez com que os Motilones vissem Jesus em Bruchko e convertessem a Cristo. Vale ressaltar que, não só o povo Motilone foi tocado por Jesus, mas outras tribos próximas também. O próprio Jesus se revelou de forma estrondosa àquele povo.
Bruce teve uma estratégia de evangelismo muito sábia. Ele deixou todo etnocentrismo de lado e passou a conhecer, conviver e aprender com aquele povo a quem tanto amava. Aprendi com isso que, mais vale o relacionamento do que uma “mera” pregação. Precisamos ter TEMPO com as pessoas para conhecê-las melhor a fim de que elas nos dêem abertura para falar de algo tão importante que poderá mudar suas vidas para sempre!
É importante destacar que, antes de falar de Jesus, Bruchko aprendeu a língua, os costumes, valores, enfim a cultura dos Motilones. Ele foi capaz de entender a cosmovisão daquele povo e de transmitir o evangelho respeitando a cultura local. E isso conquistou o coração daquela tribo. Os Motilones viram que, de fato, aquele norte americano os amava e tinha o melhor para eles. Bruce não impôs uma nova cultura e nem novos costumes, ele apenas contextualizou-se e deixou que o próprio Espírito Santo os convencesse do que era certo ou errado em suas cosmovisões.
Outro ponto que me emocionou muito é o amor que Bruce tinha pelos Motilones, em especial por Bobby (seu irmão de pacto). Tal amor supera diferenças sociais, culturais e étnicas. Bobby tornou-se um líder influente e foi poderosamente usado por Deus para transformar a vida do povo Motilone. Seu testemunho deu-se em vida e também com a sua morte.
Bruchko, Bobby e todo o povo Motilone, entenderam o que de fato é seguir Jesus. Sabiam o que era “tomar a sua cruz”! Eles entenderam que seguir Jesus é participar dos seus próprios sofrimentos: lutas, choro e até morte. E, tudo isso por amor a Jesus e por amor as pessoas.
Confesso que nunca tinha lido um livro que me fez chorar e pensar tanto acerca do meu ministério. Entendo, hoje, que o sofrimento faz parte da vida cristã. Jesus mesmo nos alertou acerca disso: “(...) No mundo, passais por aflições; mas, tende bom ânimo; eu venci o mundo”. (Jo 16.33)
Aprendi que, quando entregamos a vida a Jesus, somos as pessoas mais felizes do mundo. Mas isso não nos isenta de passarmos por sofrimento. Afinal, aquele que quer seguir Jesus precisa carregar a Cruz: “(...) Se alguém quiser vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me”. (Mc 8.34).
segunda-feira, 1 de março de 2010
Por quê devemos dar uma atenção especial ao Islamismo?

Os muçulmanos fazem parte dos povos menos alcançados pelo Evangelho. Há muito pouco esforço da Igreja em fazer Cristo conhecido no meio deste povo. Poucos obreiros são enviados para anunciar as Boas Novas da Salvação .
Existem muitos paradigmas que precisam ser quebrados a fim de que o Evangelho chegue a esse povo. A maioria das informações que recebemos vem da mídia, e estas, por sua vez, são distorcidas. Devemos evitar esse tipo de ignorância e buscar fontes confiáveis de informações. Precisamos entender a história, a cultura, os costumes, ou seja, a cosmovisão desse povo.
O princípio básico do Islamismo está na crença no Alcorão e no profeta Maomé. Nestes estão a lei e a prática. Os muçulmanos acreditam que Maomé é o grande profeta enviado por Deus, mas não acreditam na divindade de Jesus. É importante salientar que um muçulmano precisa conhecer a Torah, Zabur, Injil e o Ouran. Todavia, por crerem que os três primeiros foram corrompidos, eles não dão importância e não os lêem, dando ênfase apenas ao Alcorão e as sunnas.
Mesmo diante disso, é possível evangelizar e discipular os muçulmanos. Podemos utilizar o que temos em comum - a Bíblia (no caso deles, o Pentateuco (Torah), os Salmos, alguns profetas e os Evangelhos) -. Apesar de acreditarem que a Bíblia foi corrompida, podemos argumentar que se assim o fosse o Alcorão também seria. E o próprio Alcorão afirma que as Escrituras não foram alteradas. Vale ressaltar que, o Alcorão pode ser usado como uma "ponte" a fim de levar os muçulmanos dele (o Alcorão) para a Bíblia, podendo ser, assim, utilizado para abrir possibilidades. Eles precisam conhecer Jesus e nós podemos fazê-lo conhecido por meio do Evangelho.
Precisamos, portanto, amar esse povo. O Senhor nos convoca a ir por todo mundo a fim de fazê-lO conhecido, pregando a Sua Palavra e discipulando. Temos que encarar o ministério. Devemos andar como Jesus andou. Eles precisam ver Jesus em nós. A mente e o coração dos muçulmanos estão sempre abertos para histórias, estórias, ilustrações e parábolas. Da mesma forma que o Islamismo tem crescido, o Evangelho também pode se expandir. Por isso, sejamos criativos e aproveitemos as oportunidades.
